Desejamos, porém, continue cada um de vós mostrando, até ao fim, a mesma diligência. Hebreus 6:11

O Senhor olha com aprovação as obras de Seus servos fiéis. […] Sempre foi o dever do povo escolhido de Deus trabalhar abnegadamente; mas alguns negligenciam a parte do trabalho que lhes cabe, e outros ficam sobrecarregados ao compensar as deficiências de seus irmãos. Se todos alegremente fizessem sua parte, receberiam ajuda, mas os que reclamam e murmuram a cada passo não receberão qualquer ajuda ou recompensa.

Deus Se desagradou dos filhos de Israel porque murmuravam contra Ele e contra Moisés, que Ele enviou para ser o libertador deles. De maneira maravilhosa, Ele os havia tirado do cativeiro no Egito, para que os pudesse elevar e enobrecer, e fazer deles um louvor na Terra. Mas, era-lhes necessário encontrar dificuldades e suportar privações. Deus os estava tirando de um estado de degradação e os adaptando para ocupar uma posição honrosa entre as nações, e receber importantes e sagrados encargos. […]

Esqueceram-se de sua amarga servidão no Egito. Perderam de vista a bondade e o poder de Deus, manifestados em favor deles em seu livramento do cativeiro. Esqueceram-se de como seus filhos foram poupados quando o anjo destruidor matou todos os primogênitos do Egito. Não se lembraram da grande mostra do poder divino no Mar Vermelho, quando o Senhor proclamou: “Aqui se quebrarão as tuas ondas empoladas” (Jó 38:11), e as águas foram ajuntadas, formando uma muralha sólida. Perderam da memória que, enquanto atravessaram sem perigo pelo caminho que lhes havia sido aberto, os exércitos de seus inimigos, tentando segui-los, foram submersos nas águas do mar. […]

Deus não coloca sobre alguém fardos tão pesados que a cada passo a pessoa seja obrigada a reclamar do peso que tem que suportar. É o atrito, e não o movimento constante, que desgasta o maquinário. É a preocupação contínua, e não o trabalho que realizam, que está matando tais pessoas. […]

Há paz e contentamento no serviço de Cristo. Um pouco antes de deixar os discípulos, Ele lhes fez esta promessa: […] “Deixo-vos a paz, a Minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá” (Jo 14:27). MM – Perto do Céu, 150.

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